Saturday, December 31, 2011


Um Feliz 2012 para todos os nossos queridos amigos (e os que não são tão amigos assim).
Que nesse ano que se inicia o foco da sua vida possa ser um só: Jesus Cristo, Deus. Lembre-se do quanto Ele ama você, a ponto de humilhar para te salvar.

De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus,Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.
Filipenses 2:5-8

Posted on Saturday, December 31, 2011 by Maurilo e Vivian

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Wednesday, December 28, 2011



Uma das coisas legais de se envelhecer é ver todo o processo de crescimento que tanto nós quanto aqueles ao nosso redor passam. Houve a época do namoro, depois do noivado e enfim o casamento. A Vivian e eu fomos uns dos primeiros entre os nossos amigos de igreja a casar, cinco anos atrás e depois disso, vários deles foram noivando e casando, garantindo para nós alguns casamentos a cada ano para ir. E no último que fomos, passei um bom tempo conversando com um irmão e amigo sobre a atual situação da igreja. Entre os vários tópicos que tratamos no tempo que tivemos, falamos sobre um que me pareceu interessante: como nós cristãos representamos a nós mesmos.
Uma das coisas que meu amigo disse é que na internet, existe muita coisa boa. Muitos blogs e sites bons com material legal e que têm feito um bom trabalho de admoestação. Mas às vezes, a admoestação se torna pura e simples maledicência e o motivo e razão para existência de certos ministérios é falar mal. Concordando com ele, eu disse que nós estamos entre os primeiros a falar mal e fazer propagando ruim sobre nós. Esse é uma prática comum no meio cristão e tem se tornado ainda mais intensa com o advento da internet.
Não me entendam mal, eu acho que devemos ser os primeiros a notar e reportar os erros dentro de nossa própria comunidade. Várias vezes aqui em nosso blog já falamos sobre os erros que se tem cometido no meio cristão. Não acho que a prática em si seja ruim. O problema aparece quando nosso ministério como um todo possui apenas essa enfase, somente falar mal sem apresentar o que deveria ser a verdade pelos padrões bíblicos, falar mal pelo falar mal. É como me amigo disse: ministério da maledicência.
Engraçado que estávamos conversando sobre isso na mesma semana que estava lendo um livro chamado “Christians are hate-filled hypocrites... and otherslies you've been told” (Os cristão são hipócritas cheios de ódio... e outras mentiras que te contaram), do sociologista Bradley R. E. Wright. Nesse livro, o autor trabalha a questão de como estatísticas publicadas em livros e artigos cristãos mostrando que a igreja cristã está em um estado deplorável muitas vezes apenas servem para aumentar a venda de livros e de ministérios que querem vender conferências. Wright, que é um sociologista com especialidade em pesquisas estatísticas, nos apresenta um quadro interessante de como nós cristãos somos os primeiros a fazer propaganda ruim sobre a nossa fé. Um dos casos apresentados por Wright é de uma pesquisa famosa nos EUA que dizia que a taxa de divórcios entre os evangélicos era igual à taxa dos não evangélicos. Essa é uma notícia muito ruim; se fosse verdadeira. O que muita gente não sabe é que o estudo fazia uma diferenciação entre aqueles que se diziam evangélicos mas nunca iam à igreja, conhecidos como nominais e aqueles que realmente frequentavam as igrejas. Os evangélicos nominais tinham a mesma taxa de divórcio dos não evangélicos. Entre os evangélicos que frequentavam a igreja, a taxa de divórcios era substancialmente menor, cerca de um terço da média. Esse ainda é um número alto dentro da igreja, mas apresenta um cenário muito mais positivo do que o que temos ouvido por ai.
Resumidamente, precisamos tomar um pouco de cuidado, especialmente nós que trabalhamos no mundo virtual, para não apresentarmos um cenário da igreja pior do que ele é. O Evangelho de Cristo já é ofensivo por si mesmo (Romanos 9:33), não precisamos aumentar as ofensas que ele já possui. Não devemos também esquecer nossa história como igreja, das grandes contribuições que o cristianismo trouxe e ainda traz ao mundo (universidades, hospitais, liberdade, caridade, melhor tratamento das mulheres e tantas e tantas outras coisas). Temos um passado incrível pelo qual nos orgulhar.
Claro, ainda está pela nossa frente muito trabalho para ser feito. Muitos lobos estão se infiltrando no meio do rebanho e esses devem ser denunciados. Mas não devemos tornar nossa vida uma eterna reclamação sobre o estado da igreja, vendo defeitos onde não existem ou simplesmente dizendo que o céu vai cair sobre a nossa cabeça, como faziam os gauleses. Devemos denunciar os erros, mas estar sempre prontos para oferecer a verdade e o conforto que existem na pregação do evangelho. Esse é o poder de Deus para a salvação do homem (Romanos 1:16).

Posted on Wednesday, December 28, 2011 by Maurilo e Vivian

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Tuesday, December 27, 2011




Eu esbocei o texto que se segue a pedido da Christian Apologetics Alliance (Aliança Cristã Apologética) que está compilando uma série de artigos de respostas a objeções ao teísmo. Apesar de existir aqui uma sobreposição da minha revisão do livro de coautoria de Stephen Hawking “The Grand Design”, o presente artigo é mais adequado como uma resposta mais sucinta e específica para qualquer um que argumente contra a criação divina.

Objeção: “Tem sido mostrado nos dias de hoje que o universo causou a si mesmo ao invés de ter vindo à existência por qualquer outra coisa.”

Chaves de referência no final do artigo.

A objeção é necessariamente falsa já que o máximo que a ciência poderia dizer a respeito disso é que “o universo talvez tenha causado a si mesmo...”. Se isso aconteceu ou não, não está aberto ao questionamento científico. No entanto, mesmo esse “talvez tenha” afirmado permanece totalmente sem embasamento e é logicamente incoerente, como eu vou tentar demonstrar abaixo. Mas antes, vamos ser claros em relação aos fatos.

Até o início do século 20 a maioria dos cientistas acreditava que o universo sempre existiu. Mas essa visão foi destruída por duas descobertas, uma teórica e outra experimental. O desenvolvimento experimental foi a teoria geral da relatividade de Einstein que implicava que apenas um universo que estivesse em expansão (ou encolhimento) poderia ser estável. Einstein, de fato, inseriu um “fator lorota” arbitrário em sua equação para permitir um universo estático, mas mais tarde se retratou [WMG p.100]. A descoberta experimental foi que o universo de fato estava se expandindo, evidenciado pela desvio gravitacional para o vermelho nos espectros de galáxias distantes [WMG pp. 101-102]. Isso então implicou que o universo tinha de fato um começo que pode ser representado como uma singularidade (uma situação na qual certas grandezas físicas se tornam infinitas – nesse caso temperatura e densidade). Esse singularidade implicada ficou conhecida como a origem quente “Big Bang” do universo e hoje é geralmente aceita pelos cosmologistas. Observações mais recentes da toda presente “radiação cósmica micro-ondas de fundo” provê evidências confirmatórias desse modelo da origem cósmica (ou cosmogênesis) [WMG pp. 102-103].

Desde essa época, alguns cientistas tem avançado teorias engenhosas (estritamente hipotéticas) na tentativa de evitar a implicação teológica de uma criação como a do big bang – mais recentemente Victor Stenger nos EUA e Stephen Hawking no Reino Unido. Basicamente, eles afirmam que os modelos científicos/matemáticos podem explicar como o universo pode ter surgido espontaneamente do nada (ex-nihilo) pela operação de leis naturais sem a intervenção de um criador natural [Stenger, Hawking]. No entanto, seu raciocínio é seriamente falho nos seguintes pontos:

1. É importante entender que a ciência não pode explicar nada que não seja em termos de leis da natureza. A ciência funciona primeiro pela descoberta (pela observação) de leis que descrevem as ações da natureza e então usa esse conhecimento para buscar mais explicações – começando com hipóteses e então confirmando essas hipóteses através de vários testes, o principal deles sempre sendo um experimento de verificação repetível. Para se oferecer uma explicação científica de qualquer coisa é sempre necessário apelar à leis já existentes (ou ao menos para uma hipótese plausível). Sem lei, sem ciência; simples assim.

2. Para explicar a origem do universo cientificamente, portanto, requer-se um apelo as leis da natureza (estabelecidas ou hipotéticas) que existiam anteriormente ao universo. Mas as leis da natureza não são nada mais do que descrições de como a natureza opera. Ninguém nunca propôs uma lei da natureza que não envolvesse a existência de entidades naturais, sejam elas matéria, energia, tempo-espaço ou sistemas matemáticos (Veja que a matemática é indiscutivelmente filosófica ao invés de científica e é apenas cientificamente relevante quando aplicada às realidades naturais – ou seja, ao mundo como ele existe).

3. Isso cria um dilema; as leis da natureza não podem existir sem a própria natureza existir mas a origem da natureza não pode ser explicada cientificamente sem leis pré-existentes. A conclusão lógica é que a ciência não pode, por sua própria natureza, explicar a origem do universo.

4. A única alternativa é que as leis da natureza pré-existiam em relação ao universo como um tipo de diagrama em um algum tipo de meio não material como a “mente de Deus”.

5. Stephen Hawking falha nesse dilema ao afirmar que o universo foi criado como resultado de flutuações mecânicas quânticas (em um vácuo) que se estabilizou pelas forças gravitacionais [Hawking pp. 131-135; Hawking review]. Ele então requer que as leis da mecânica quântica e da gravidade pré-existissem em relação ao universo (mais para frente ele parece fazer as mesmas afirmações em relação à chamada Teoria-M). Mas o que é a lei da gravidade se não uma descrição da forma como os corpos materiais interagem – seja um com o outro ou com o continuum espaço-tempo? Afirmar que tal lei existia na ausência de matéria, energia, espaço ou tempo é forçar a credulidade e é impossível de ser demonstrada. Apenas argumentos do tipo “a mente de Deus” e “diagramas não materiais” sobram no final das contas e esses são argumentos teológicos, não científicos.

6. Victor Stenger parece reconhecer esse problema e tenta superá-lo propondo que as leis da natureza primeiro criaram a si mesmas do nada e então estavam disponíveis para criar o cosmos. Suas exatas palavras são: “Então de onde as leis da natureza vieram? Elas vieram do nada!... [elas] se seguiram das simetrias vazias das quais o universo espontaneamente apareceu” [Stenger p.131]. No entanto, “simetrias” são propriedades atribuídas pelos cientistas às leis e/ou fenômenos de ordem natural; elas não existem a parte do cosmos que descrevem. Qualquer vazio que possui simetria, portanto, deve por definição estar dentro do universo e não pode dar origem a ele. Por exemplo, pode-se discutir que o espaço-tempo possui simetria para que um vácuo dentro do cosmos também exibisse simetria. Mas qualquer vazio que estivesse fora do espaço-tempo não poderia ter simetria ou qualquer outra propriedade física – e não poderia ser conhecida por fazer tal coisa

7. Conclusão: tentativas para explicar a origem do universo como um evento espontâneo ocorrido em um “vazio” pré-existente falha tanto o teste da ciência quanto da lógica.

Referências
  • ‘Stenger’; Victor J. Stenger, God, the failed hypothesis (New York, Prometheus Books, 2007)
  • ‘Hawking’; Stephen Hawking and Leonard Mlodinow, The grand design; new answers to the ultimate questions of life (London, Bantam Press, 2010)
  • ‘WMG’; Edgar Andrews, Who made God? Searching for a theory of everything (Darlington, 2009)
  • ‘Hawking review’; Edgar Andrews, God, black holes and Stephen Hawking (review of The grand design on www.whomadegod.org)  

Posted on Tuesday, December 27, 2011 by Maurilo e Vivian

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Monday, December 26, 2011

segundas com termos da teologia hoje agostinho



Atanásio (296-373):



Apologista e teólogo da igreja primitiva, tendo sido bispo de Alexandria. A maior contribuição de Atanásio para a teologia cristã foi sua posição inabalável contra o ensino ariano, muito popular em sua época.

Fonte: Dicionário de Teologia, edição de bolso. Ed. Vida.

Posted on Monday, December 26, 2011 by Maurilo e Vivian

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Saturday, December 24, 2011


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Friday, December 23, 2011


Existe uma razão para a estação, para o Natal. Mas existe algo que talvez você não saiba.
Nessa época, não celebre um mito criado para controlar os desejos das pessoas.




Celebre a razãopara a existência da Razão: o Logos que se fez carne.(João 1:14)
και ο λογος σαρξ εγενετο



Um Feliz Natal da Família Pés Descalços Evangelismo!

Posted on Friday, December 23, 2011 by Maurilo e Vivian

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Wednesday, December 21, 2011




Richard Dawkins foi recentemente desafiado a debater William Lane Craig. Ele se recusou. Craig, de acordo com ele, é um “deplorável apologista de genocídio” com quem ele não dividiria uma plataforma. O genocídio em questão é aquele dos cananeus no livro de Deuteronômio no Velho Testamento (veja o link em inglês).

Uma das frases mais famosas de Richard no livro “Deus, um delírio” sobre esse assunto é:
O Deus do Antigo Testamento é talvez o personagem mais desagradável da ficção: ciumento, e com orgulho; controlador mesquinho, injusto e intransigente; genocida étnico e vingativo, sedento de sangue; perseguidor misógino, homofóbico, racista, infanticida, filicida, pestilento, megalomaníaco, sadomasoquista, malévolo.

Um dos grandes problemas que muitas pessoas tem com Deus como detalhado na Bíblia, como Richard tão claramente demonstrou acima, é o de Seu julgamento contra as nações como dos cananeus. Só é necessário ler a história bíblica para ver Deus ordenando a matança de homens, mulheres e crianças cananéias. Nem mesmo os animais foram poupados. O que fazemos com isso? Deus é um monstro moral?


Paul Copan tentou responder a esse desafio em seu livro “Is God a Moral Monster? Making Sense of the Old Testament God” (Deus é um monstro moral? Fazendo sentido do Deus do Velho Testamento). A sua resposta para a acusação que Deus comandou o genocídio dos cananeus é que esse não foi o genocídio que parece ter sido se realmente lermos o texto pelo que é; o texto é uma hipérbole e um exagero daquilo que realmente aconteceu; que esses eram mais ataques desabilitantes e não as conquistas militares do tipo “não deixe sobreviventes” que se pode concluir pela leitura do texto. As passagens sobre mulheres e crianças são apenas artifícios de linguagem sendo usados como uma metáfora inativadora de certas estruturas para que a influência dos cananeus fosse desabilitada. Para uma explicação mais detalhada você pode ouvir essa entrevista (terceira hora, em inglês) com Greg Koukl em seu programa de rádio em STR ou no blog. Ou você pode comprar seu livro.

Enquanto a explicação de Paul Copan sobre os assuntos como escravidão, bigamia, sacrifício de crianças e tratamento de mulheres no Velho Testamento fazem sentido pra mim, eu acredito que Clay Jones chega à correta conclusão sobre o assunto do “genocídio divino” dos cananeus. Ele afirma eu seu tratado, “Nós nãoodiamos o pecado, por isso não entendemos os cananeus”, que a interpretação pelo o que está escrito no texto é a interpretação correta. Clay também apareceu no programa de rádio de Greg Koukl em uma entrevista que pode ser encontrada aqui (terceira hora, em inglês) que é de onde eu consegui a maioria das respostas para o resto da postagem.

A primeira coisa que precisa ser examinada é a cultura e o comportamento dos Cananeus para ver se poderia existir alguma justificativa para sua obliteração como descrita no Velho Testamento. O arqueologista William Allbright fala sobre um antigo poema cananeu onde o deus cananeu Baal estupra sua irmã enquanto ela está na forma de uma bezerra 77 ou mesmo 88 vezes. Nós temos aqui estupro, incesto e bestialidade no mesmo ato. Baal também faz sexo com sua mãe e sua filha. Se esse é o ser que os cananeus adoram, se esse é o Deus que eles veneram, então, de acordo com Jones, certamente é isso que eles também praticam. E esses atos são confirmados por estudos mais profundos da cultura cananéia. Deus proibiu essas práticas em Levítico e esses pecados são punidos quando, tanto os cananeus quanto os israelitas os cometem. E essa punição era dura. Sodoma e Gomorra são exemplos de cidades cananéias que foram julgadas por Deus com uma boa justificação moral.

Então, como Clay Jones responde as passagens da completa destruição dos cananeus no Velho Testamento? Clay começa fazendo uma observação sobre a nossa própria cultura. Nós parecemos ter sido inoculados pelo pecado. A maioria das pessoas parecem não se importar mais em relação ao pecado. Nossa cultura nem mesmo reconhece tais coisas como pecado, quanto mais entender o que o termo “pecado” realmente significa. Nós nos tornamos como os cananeus em nossa própria cultura a tal ponto que, como Clay afirma, “estudar tais coisas ao longo dos anos me levou a pensar que os cananeus poderiam se levantar no Dia do Julgamento e condenar essa geração”.

Animais
Por que matar animais? Você não vai querer ficar perto de animais usados para ter relação sexual com pessoas. No artigo de Clay ele dá exemplo de uma gorila atacando sexualmente um psicólogo.

Mulheres
Se você quer erradicar essas práticas da cultura, então por que você vai deixar vivas as mulheres que eram tão culpadas e igualmente perigosas quanto homens na participação dessas práticas?

Crianças
Sim, as crianças também. Primeiramente, qual idade você começa a separar as crianças dos adultos? 18? 12? Clay nos fala das crianças que eles adotaram porque ele e sua esposa não podiam ter filhos. Eles aprenderam que crianças que vem para a sua casa com idade de 4 anos estavam trazendo sua cultura com elas. Agora, e se você tivesse matado os pais dela? Como seria a rebelião na adolescência para essas crianças que foram preservadas? Certamente elas foram expostas a culturas altamente sexualizadas e muito provavelmente foram molestadas naquela época.

Então, como você se livra dessa cultura no intuito de prevenir que ela afete os israelitas adversamente? Se você quer erradicar a pecaminosidade dos cananeus, de que outra forma você pode fazê-lo?

Mas espere, eu ouço você dizer, a Bíblia fala da continuidade da presença dos cananeus na região depois que esse “genocídio divino” ocorreu. Como Clay responde isso? Clay nos leva a observar os textos que falam do “genocídio divino” e mostra que a ordenança de Deus era apenas para uma região específica. Ainda havia presença cananéia fora da região onde os israelitas deveriam habitar e por isso que ainda estava em vigor a ordem para não tomar esposas fora da cultura israelita. Mas como lemos mais adiante no texto, os gostos dos reis Davi e Salomão não permitiram que eles respeitassem essas leis perfeitamente (tomando esposas de fora da comunidade israelita) e portanto a cultura cananéia foi reintroduzida dentro da cultura de Israel e a corrompeu ao ponto que Deus lidou de forma dura com os israelitas através dos assírios e babilônios.

Concluindo, eu acho que podemos aceitar o texto como ele é. A questão que permanece é o que você pensa sobre Deus comandando tal coisa? Tem Deus o direito de fazer o que Ele quer com a Sua criação? Se você tem algum problema com o julgamento seletivo dos cananeus, então como você se sente em relação à completa destruição que Deus trouxe durante o Dilúvio? E como você se sente em relação à iminente destruição de tudo no Armagedom?

Posted on Wednesday, December 21, 2011 by Maurilo e Vivian

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Tuesday, December 20, 2011




1) “Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade”(João 18:37).

2) “Para isso o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do diabo.” (1 João 3:8; cf. Hebreus 2:14-15).

3) “Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes. Eu não vim para chamar justos, mas pecadores” (Marcos 2:17).

4) “Pois o Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido” (Lucas 19:10).

5) “Porque o Filho do homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos” (Marcos 10:45).

6) “Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo da lei, a fim de redimir os que estavam sob a lei, para que recebêssemos a adoção de filhos” (Gálatas 4:4-5).

7) “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele”(João 3:16-17).

8) “que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos” (1 João 4:9).

9) “eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância” (João 10:10).

10) “Eis que este é posto para queda e elevação de muitos em Israel, e para sinal que é contraditado... para que se manifestem os pensamentos de muitos corações” (Lucas 2:34-35).

11) “Enviou-me a curar os quebrantados do coração, a pregar liberdade aos cativos, E restauração da vista aos cegos, A pôr em liberdade os oprimidos” (Lucas 4:18-19).

12) “Cristo se tornou servo dos que são da circuncisão, por amor à verdade de Deus, para confirmar as promessas feitas aos patriarcas, a fim de que os gentios glorifiquem a Deus por sua misericórdia”(Romanos 15:8-9; cf. João 12:27).

Pastor John
© Desiring God

Posted on Tuesday, December 20, 2011 by Maurilo e Vivian

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Monday, December 19, 2011

segundas com termos da teologia hoje agostinho



Assunção de Maria:



Esino originado no pensamento católico romano durante o período medieval, segundo o qual, ao morrer, Maria foi transportada (assunta) em corpo e alma à presença de Deus nos céu. Essa doutrina foi sustentada pelo papa Pio XII em 1950 como dogma católico romano oficial. Entretanto, esse dogma não tem nenhuma sustentação bíblica. Os teólogos não-católicos, assim, em geral rejeitam o ensino.

Fonte: Dicionário de Teologia, edição de bolso. Ed. Vida.

Posted on Monday, December 19, 2011 by Maurilo e Vivian

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Saturday, December 17, 2011





[diz o Ateu:] "Não sei quem me pôs no mundo nem o que é o mundo, nem mesmo o que sou. Estou numa
ignorância terrível de todas as coisas. Não sei o que é o meu corpo, nem o que são os meus sentidos,
nem o que é a minha alma, e até esta parte do meu ser que pensa o que eu digo, refletindo sobre tudo e
sobre si própria, não se conhece melhor do que o resto. Vejo-me encerrado nestes medonhos espaços
do universo e me sinto ligado a um canto da vasta extensão, sem saber porque fui colocado aqui e não
em outra parte, nem porque o pouco tempo que me é dado para viver me foi conferido neste período de
preferência a outro de toda a eternidade que me precedeu e de toda a que me segue.

"Só vejo o infinito em toda parte, encerrando-me como um átomo e como uma sombra que dura
apenas um instante que não volta.

"Tudo o que sei é que devo morrer breve. O que mais ignoro, porém, é essa morte que não
posso evitar.

"Assim como não sei de onde venho, também não sei para onde vou. Sei, apenas, que, ao sair
deste mundo, cairei para sempre no nada ou nas mãos de um Deus irritado, sem saber em qual dessas
duas situações deverei ficar eternamente. Eis a minha condição, cheia de miséria, de fraqueza, de
obscuridade. Concluo, de tudo isso, que devo passar todos os dias da minha vida sem pensar em
descobrir o que me deve acontecer. Talvez pudesse encontrar algum esclarecimento nas minhas
dúvidas, mas não quero dar-me a esse trabalho, nem dar um passo nesse sentido. Tratando com
desprezo os que com isso se preocupam, quero experimentar esse grande acontecimento sem
previdência e sem temor, deixando-me passivamente conduzir à morte, na incerteza da eternidade da
minha condição futura".

Quem desejaria ter como amigo um homem que assim falasse? Quem o escolheria para lhe
comunicar as suas intimidades? Quem recorreria a ele em suas aflições?
Finalmente, a que utilidade, na vida, se poderia destiná-lo?

Na verdade, é glorioso, para a religião, ter como inimigos homens tão insensatos, pois a sua
oposição lhe é tão pouco perigosa que serve, ao contrário, para o estabelecimento de suas principais
verdades. Com efeito; a fé cristã não visa, principalmente, senão a estabelecer estas duas coisas: a
corrupção da natureza e a redenção de Jesus Cristo. Ora, se eles não servem para mostrar a verdade da
redenção pela santidade dos seus costumes, servem ao menos, admiravelmente, para mostrar a
corrupção da natureza com sentimentos tão desnaturados.

Nada é tão importante para o homem como a sua condição, e nada lhe é tão temível como a
eternidade. Por conseguinte, se se acham homens indiferentes à perda do próprio ser e ao perigo, de
uma eternidade de miséria, isso não é natural. Procedem de modo inteiramente diverso em relação a
todas as outras coisas: temem até as mais insignificantes, e as prevêem, e as sentem. O mesmo homem
que passa tantos dias e tantas noites cheio de cólera e de desespero por ter perdido um cargo, ou por
alguma ofensa imaginária à sua honra, sabe também que vai perder tudo com a morte, sem que por isso
se inquiete ou se comova. É uma coisa monstruosa ver, num mesmo coração e ao mesmo tempo, essa
sensibilidade pelas menores coisas e essa estranha insensibilidade pelas maiores.

Trecho do livro "Pensamentos" (Pensées) de Blaise Pascal

Posted on Saturday, December 17, 2011 by Maurilo e Vivian

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Friday, December 16, 2011


13 Abril 1949 – 15 Dezembro 2011


Acabamos de saber da morte do jornalista Christopher Hitchens, famoso, entre outras coisas, pelo seu trabalho como um dos grandes expoentes do ateísmo, mais especificamente do neo-ateísmo. Hitchens morreu pelas complicações de um câncer em seu esôfago.
Essa é uma notícia triste. Não ficamos felizes ao saber de sua morte. Não existe alegria pela morte de um ímpio. Hitchens verbalizou ferozmente sua postura ateísta, atacando, rejeitando, denegrindo, ridicularizando, insultando Deus e todos associados a Ele ou à idéia de uma deidade. Seu livro “Deus não é grande” o lançou ao estrelato popular pela postulação e reclamação (não argumentos) contra Deus. Mas apesar de tudo isso, Hitchens nunca foi o inimigo. Ele sempre foi mais uma alma perdida, que como tantas outras rejeitava a Deus. A diferença é que pelo menos ele verbalizava isso.
Parte do meu respeito por Hitchens é que ele tinha a coragem de dar mais a cara para bater do que Richard Dawkins. Enquanto Dawkins foge a qualquer encontro com o filósofo cristão William Lane Craig, Hitchens aceitou debater com ele. Mesmo tendo, nas palavras de um ateu que assistiu ao debate, “apanhado igual um garotinho”, Hitchens ao menos deu as caras para defender suas idéias.
A propósito, Dawkins postou a seguinte nota em seu Twitter:
“Christopher Hitchens, grande orador de nosso tempo, companheiro cavaleiro, valente guerreiro contra todos os tiranos incluindo Deus.”
Belas palavras de Dawkins. Mas se o ateísmo de Dawkins e Hitchens for verdadeiro, todas essas palavras não fazem o menor sentido. Todas elas se baseiam na idéia de um padrão moral superior que deve ser seguido, pelo qual Hitchens está sendo comparado. Mas esse padrão moral só pode existir se for transcendente à nós mesmo. Tiranos só podem existir se houver uma bondade de ações pela qual eles devem ser julgados. Sem Deus como legislador moral, esse padrão não existe. O que existe é gosto pessoal. Jamais poderíamos chamar alguém realmente de tirano, já que não existe um padrão moral transcendente pelo qual fazer comparação. Se Dawkins estiver certo, suas palavras não fazem o menor sentido.
Eu não sei qual é o destino de Hitchens. Talvez ele esteja no inferno. Talvez não. Não sabemos como foram os últimos momentos dele e na face da morte, o mais teimoso dos homens pode finalmente dobrar sua vontade quando percebe que vai se apresentar ao seu Criador. Podemos ter esperança. Só teremos certeza quando chegarmos no céu. Mas há algo que temos certeza absoluta.
Christopher Hitchens, que morreu hoje no dia 15 de Dezembro de 2011, não é mais um ateu. Ele agora acredita que Deus existe.
Só esperamos que ele não tenha chegado a essa conclusão tarde demais.

Posted on Friday, December 16, 2011 by Maurilo e Vivian

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Thursday, December 15, 2011



Eu ia postar um outro texto sobre os cananeus hoje, que já está quase todo traduzido, mas uma postagem do Facebook de um amigo me chamou a atenção e a minha resposta a essa postagem me levou em um leve debate pelo Facebook sobre o projeto de lei 7672/2010, a famosa lei anti-palmada. Na verdade, o assunto foi bem mais amplo e a postagem inicial em si não se referia ao projeto diretamente, mas acredito que a motivação da postagem foi, pelo menos indiretamente, da primeira aprovação do projeto de lei. Achei a discussão interessante e resolvi postar aqui.
Como esse meu amigo é uma figura pública, resolvi preservar o seu nome e também de outros postaram. Mantive apenas o meu nome e também não fiz nenhuma correção na ortografia do texto, já que eu mesmo respondi parte dele do meu celular e não quero mexer no que outros escreveram para ser justo com todos.

Amigo do Facebook Todos nós sabemos que a criança precisa de limites. Isso exige de nós paciência, tolerância e firmeza sempre, e em doses incertas.
Relações de amor exigem de nós paciência, tolerância e firmeza sempre, e em doses incertas. Amar é impor e aceitar limites todos os dias.
A ideia não é remover os limites e a disciplina da educação e da criação dos filhos. Mas utilizar formas de disciplina sem o uso da violência. #NãoBataEduque 
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Fulano 1 Oi, Xx. Existem evidêncas de que a lei é boa: http://blogs.estadao.com.br/daniel-martins-de-barros/so-umas-palmadinhas-evidencias-contra-castigos-fisicos/ 
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Fulano 2 precisamos refletir sobre como educar os filhos, rever conceitos e interpretações de textos...de fato," atenção, presença, afetividade, estabelecer limites" e acrescento Muita paciência é o que as crianças precisam...mas para isso, precisamos rever a forma como estamos vivendo em sociedade....sem tempo, ausentes, sem paciência, sem limites....em fção do trabalho que pai e mãe precisam ter para sustentar os filhos, etc, etc...é uma discussão ampla, e tudo precisa ser revisto!! Penso ser importante dizer também que fere muito mais que a palmada e o puxão de orelha, as palavras afiadas ditas pelos pais...essas sim, nós que somos adultos, se puxarmos pela memória ainda podem doer bastante, e os petelecos conseguimos dar risadas!! Disse petelecos, e não pancadaria! * Não sou a favor do tapa *, sou a favor da reflexão que ajude a dar um norte aos pais que precisam de tanta de ajuda nessa caminhada! (resposta idem ao comentário sobre o que alguns irmãos evangélicos pensam sobre...) 
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Maurilo Borges JuniorNem todo tipo de punição física é agressão. Agressão, violência contra crianças, acredito que tais coisas já são cobertas pela legislação vigente. A punição física, quando feita de forma carinhosa e com o objetivo de mostrar que a criança precisa ser disciplinada, quando usado com bom senso e não como resposta ao ódio, é uma forma válida e parte importantíssima na educação dos filhos, especialmente para o cristão, inclusive com suporte das Escrituras para isso (Provérbios 13:24). Na verdade, quando o Estado começa a interferir no nosso ambiente familiar, dentro de nossa casa, ele está não somente ditando como devemos agir em nossos lares, mas também ditando e alterando a nossa teologia. É o Estado ditando para o cristão aquilo que ele deve ou não seguir das Escrituras. Isso não está certo. Ao invés de impedirmos os pais de usarem todas as ferramentas disponíveis para a educação de seu filho, inclusive com a punição física, deveríamos ensinar os pais, especialmente os cristão, como usar essa ferramentas. Esse é um papel da igreja, não do Estado. Oro para que tal lei não seja implantada em nosso país. 
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Amigo do Facebook Mas pq vc está falando do Estado nesse post?! Eu não falei nada sobre Estado.....não entendi?! 
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Maurilo Borges JuniorEu trouxe o Estado por causa da primeira aprovacao da lei anti palmada hoje. Mas mesmo sem Estado envolvido, nao devemos abrir mao de um modelo biblico de disciplina. Soh aproveitei o assunto. 
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Amigo do Facebook Mas o post faz uma reflexão séria sobre educação de filhos...#pensanisso
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Maurilo Borges JuniorMas eu nao estou questionando a seriedade da reflexao. Estou na verdade, contribuindo com ela. Primeiro, desassociando a conexao perigosa entre punicao fisica e agressao, que me pareceu ter sido igualada no post. E segundo, trazendo a tona a questao da teologia da educacao, q eh esquecida muitas vezes pelos cristaos. Ideias divergentes contribuem para o reflexao. 
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Amigo do FacebookEntendo...Vc leu o projeto de lei? Sabe do que ele trata? 
há 50 minutos · Curtir

Maurilo Borges JuniorNão, não li ainda. Uma boa dica. Mas ainda assim o meu argumento se mantêm. Punição fisíca não é a mesma coisa que agressão e a punição física como disciplina é uma ferramente importante na educação dos filhos, além de ser bíblica. Eu acho que li em outro post que você disse que a vara citada em Provérbios fazia sentido no contexto rural, não hoje em dia. Mas se isso for verdade, todos os que vivem no meio rural poderiam usar vara de forma literal. Eu acho que é um entendimento ruim do texto bíblico. A questão não é o uso da vara em si, mas da disciplina física como forma de educar. O texto usa linguagem forte. Quem esconde a vara odeia o filho. Assim como nós somos muitas vezes disciplinados por Deus em seu amor, através da dor (o grande C. S Lewis, que tanto voce quanto eu somos fãs já professava isso), nós também aplicamos essa punição em nossos filhos de forma amorosa.
Vamos deixar a parte da lei um pouco de lado, já que foi precipitada da minha parte trazer o assunto sem voce ter tocado nele (eu acho que outra pessoa comentou sobre a lei e eu já estava sugestionado por ter ouvido sobre a aprovação), podemos focar unica e exclusivamente na questão teológica como um todo, que para mim é mais interessante. 
há 43 minutos · Curtir

Amigo do Facebook Pelo que percebi a maioria absoluta dos que são contra o projeto sequer o conhecem ou tiveram a curiosidade de dar uma lida no texto para refutá-lo ou opinar...#mancada
há 40 minutos · Curtir

Maurilo Borges JuniorSe voce tiver o texto do projeto em si para me enviar, fico grato, já que no Google ainda não encontrei o texto em si. Eu não sei se você conversou com a maioria esmagadora dos que são contra para chegar a essa conclusão, eu particularmente não conversei com ninguém que seja contra ainda. Mas eu acho que a coisa funciona das duas formas. Pelo o que percebi a maioria absoluta dos que são a favor do projeto sequer conhecem ou tiveram a curiosidade de dar uma lida no texto para defende-lo... #mancada. Mas para meus argumentos o texto em si é um detalhe. Já existe lei contra agressão física de crianças. A punição física como disciplina não é agressão e é válida e recomendada pelas Escrituras. Vou ler o texto sem dúvida. Mas essas quatro premissas se sustentam independente do texto. Para o texto mudar meus argumentos ele precisaria a) mostrar que não existe lei contra agressão de crianças; b) provar que punição como disciplina é o mesmo em todos os casos que agressão física (que já estaria coberto por "a"); c) a disciplina física não é válida como forma de educar os filhos; d) as Escrituras ou não ensinam que a disciplina física deve fazer parte da educação ou que o texto da Bíblia deve ser ignorado. Você que leu o projeto poderia me ajudar com essa informações. Ou me mandar o link para o texto. Só acho notícias sobre isso no Google. 
há 32 minutos · Curtir

Maurilo Borges JuniorAchei! Vou ler. 
há 31 minutos · Curtir

Amigo do FacebookNinguém durante todo o dia de hoje me respondeu ter lido o texto, sequer por curiosidade... Boa leitura!! 
há 25 minutos · Curtir

Amigo do Facebook Game over pessoal!!! Por hoje chega!! Fui.... 
há 25 minutos · Curtir

Maurilo Borges JuniorObrigado. Estou lendo e ao terminar eu posto minhas impressões. Assim meus argumentos não poderão mais ser ignorados simplesmente porque eu não li o texto, mesmo que os argumentos em si não estejam relacionados ao texto. Citar a lei foi um movimento tático errado da minha parte, apesar de ter sido bastante esclarecedor sobre as opiniões das pessoas e as formas como defendem ou não essa opiniões. A noite ainda é uma criança pra mim, então, volto daqui a pouco (depois de ajudar minha mulher com a louça). 
há 24 minutos · Curtir

Amigo do FacebookMaurilo Borges Junior Querido, jamais desqualificaria seus argumentos, que aliás são bons. Poupe o seu trabalho...Esse é um espaço de posts e livres pensamentos, não tenho a menor intenção de transformá-lo num espaço de debate teológico profundo. É só uma despretensiosa página no Facebook.
Sequer teria tempo de responder cada uma das opiniões...Seria insano da minha parte...
Sua contribuição hj já valeu! Jamais imaginei que teria tamanha repercussão. Aprendi muito com os debates de hoje. Valeu!! Abraço forte. 
há 23 minutos · Curtir

Maurilo Borges JuniorFico feliz em ler isso meu amigo. Mas você não desqualificou meus argumentos. Você os ignorou. E tive a impressão que o fez por eu não ter lido a lei, apesar de a priori não estarem diretamente relacionados. Realmente, o espaço para um debate tão profundo deveria ser outro e eu gostaria de ver você lidando com esse assunto diretamente, inclusive com os meus argumentos. Mas fica em mim um ponto de tristeza quando uma bola é levantada e quando o jogo está ficando bom o juiz interrompe no meio. O que estamos fazendo aqui é um momento de livre pensamentos. Acho que podemos discordar um do outro, mesmo em publico e continuarmos irmãos em Cristo que se amam e amam as Escrituras. 
há 10 minutos · Curtir

Maurilo Borges JuniorQuando você abordar esse assunto de forma mais ampla que um único post, por favor me avise para que eu possa participar. 
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Amigo do FacebookMaurilo Borges Junior Acho que vc não entendeu o que escrevi...Não ignorei sua opinião, apenas disse pra que vc não perca sua noite, nem eu a minha (já era pra ter saído daqui há 1h atrás...kkk) pois este não é um espaço para discussões profundas como vc propõe. Primeiro por ser só um perfil de rede social e não um blog especializado em debates e segundo pq eu não consigo ter tempo livre para dar conta de uma tarefa dessa complexidade. Teria que abandonar meu trabalho!!kkk Gosto demais do bom debate, e vc como dezenas de outros irmãos contribuíram muito no debate de hoje. Abração 
há 9 minutos · Curtir

Amigo do Facebook Boa noite a todos!! Abs 
há 8 minutos · Curtir

Maurilo Borges JuniorDesculpe meu amigo se estamos perdendo a sua noite aqui. Não era minha intenção segurá-lo por tanto tempo. Vá dormir. Hoje já foi instrutivo para todos nós. Se achar importante, por favor, um dia aborde meus argumentos em algum lugar mais apropriado.
Abraços e boa noite. 
há 3 minutos · Curtir

Para finalizar, eu li o texto do projeto de lei e continuo discordando dele. Eu acho uma intromissão exagerada no Estado nas famílias e mais ainda, uma intromissão do Estado na teologia cristã. Agressões às crianças já estão cobertas pela lei 8069. O que o projeto de lei quer fazer é tornar aquele pai que usa a disciplina física como forma de educar o seu filho um criminoso. Existem abusos nessa área, eu sei disso porque meu pai batia em mim de forma abusiva e excessiva. Mas o erro não estava na disciplina e sim na forma como ele a usava. Detalhe que o meu pai nunca apanhou na vida, até onde eu sei.
Enfim, essa postagem me pareceu interessante e também importante para refletirmos como muitas vezes estamos prontos a alterar nossa teologia de acordo com as tendencias da sociedade. Isso é perigoso. Nossa teologia deve ser ditada pela Bíblia, não pelos apelos da sociedade.
Como afirma uma das frases do textos sobre os cananeus que deveria estar aqui: se a nação cananéia se levantasse hoje, poderia condenar essa geração pela sua insensibilidade ao pecado. Estamos piores que os cananeus... 

Posted on Thursday, December 15, 2011 by Maurilo e Vivian

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Wednesday, December 14, 2011



O Natal está chegando. Uma das épocas mais legais do ano se aproxima. Eu particularmente amo essa data. É uma das mais fáceis pra fazer evangelismo, por questões óbvias: o nascimento do nosso Salvador! Por mais que a Coca-Cola tenha se esforçado pra fazer do Natal sinônimo de Papai Noel (e eles foram bem sucedidos nisso), o Natal ainda é o nascimento de Jesus Cristo.
E algo que não pode faltar no Natal é o famoso presépio, como esse da foto. Temos tudo ali. Jesus na manjedoura, o nascimento em uma estrebaria, os três reis magos, os pastores. Uma linda cena. Pena que a coisa não foi exatamente dessa forma. A história do Natal acabou trazendo alguns mitos consigo que não se encontram nas Escrituras. Vamos ver o que no nascimento de Jesus é mito e o que é verdade.

Mito 1Jesus nasceu em uma estrebaria porque não havia lugar nas hospedarias da cidade.
Essa é uma versão bastante comum. Ela é parte de toda encenação de Natal nas igrejas. Vemos José e Maria andando de uma lado para outro nas hospedarias da cidade, encontrando a placa “sem vagas” em todas elas e por falta de opção, uma alma caridosa os leva para um estrebaria e Jesus nasce ali. Veja como a cena é relatada em uma história de Natal para crianças:
“Chegando a Belém, José procurou uma hospedaria, mas todas estavam cheias de visitantes que estavam na cidade para o recenseamento. Bateram de porta em porta, mas não havia mais lugar para eles. Considerando que Maria estava para ter bebê, alguém arrumou uma estrebaria, onde ficavam os animais, para passarem a noite. Foi ali que o Menino Jesus nasceu”.
Agora vamos ler o que está no texto bíblico.
Lucas 2:7
João Ferreira de Almeida
E deu à luz a seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem.
Nova Versão Internacional
e ela deu à luz o seu primogênito. Envolveu-o em panos e o colocou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria.
Todas as outras versões que encontrei em português seguem a mesma linha de tradução. Todos traduzem a palavra grega kataluma como hospedaria/estalagem. Mas essa não é a melhor tradução para kataluma. Veja como essa palavra é traduzida em Lucas 22:11:
“E direis ao pai de família da casa: O Mestre te diz: Onde está o aposentoem que hei de comer a páscoa com os meus discípulos?”
A mesma palavra aqui é traduzida como aposento. A melhor tradução para kataluma seria quarto superior. Se Lucas estivesse se referindo a uma hospedaria, ele teria usado a palavra pandocheion, como está em Lucas 10:34.
Belém era a cidade da família de José (Lucas 1:4) e muito provavelmente ele iria ficar com sua família em Belém, já que a cidade era muito pequena, dificilmente teria alguma hospedaria. Hoje Belém tem menos de 30 mil habitantes e devia ter menos gente ainda naquela época. O mais provável, tanto pelo contexto, quanto pelo uso do grego, é que José e Maria foram ficar com seus parentes, mas como não havia lugar para eles nos quartos superiores (kataluma) eles tiveram que ficar nos andares inferiores, onde as famílias guardavam seus animais. Por isso Jesus foi colocado em uma manjedoura, um tipo de cocho para alimento das vacas.
Portanto, esqueça a idéia de José e Maria no burrinho batendo de porta em porta nas estalagens de Belém procurando um lugar para ficar. Isso não está na Bíblia.

Mito 2 Os Três Reis Magos...
A Bíblia não diz em lugar nenhum que eles eram três e muito menos reis. Vamos ler o que o texto diz: e, tendo nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do oriente a Jerusalém.
Mateus 2:1
O texto fala sobre uns magos, mas não diz nada sobre serem reis e também não falam que eram três. Os presentes sim eram três: ouro, incenso e mirra (versículo 11). Poderiam ser apenas dois magos ou três mil magos. Não sabemos. A tradição se incumbiu de preencher esses outros detalhes.

Mito 3 – ...estavam na hora do nascimento de Jesus.
Apenas os pastores apareceram lá no momento do nascimento de Jesus (Lucas 2:15-16). Os magos vieram um tempo depois, talvez até dois anos depois. Podemos deduzir isso baseado em alguns eventos. Primeiro, os magos encontraram a família de Jesus em casa. Não fala nada sobre ser casa de parentes ou qualquer outra coisa. Somente diz em casa. Segundo, Herodes mandou matar todos os meninos de dois anos pra baixo (Mateus 2:16). E por último, a palavra usada por Mateus para criança em grego, paidion, pode ser tanto uma criança de colo quanto uma que está aprendendo a engatinhar. Então, pode ser qualquer coisa de dois anos pra baixo.

Mito 4Jesus nasceu em 25 de Dezembro.
Esse eu não tenho tanta certeza. A bem da verdade, eu acho que o mito na verdade é “Jesus não nasceu no dia 25 de Dezembro”. Uma versão simplista para essa história, que tem se popularizado por aí, diz que a data de 25 de Dezembro virou Natal por decreto de Constantino para acabar com a festa do Sol Invictus, o solstício de inverno e propagar o cristianismo pelo mundo romano.
A coisa não foi bem assim. Eu estou inclinado a acreditar que, se Jesus Cristo realmente não nasceu nessa data, a igreja tinha uma boa razão para acreditar que ele nasceu. Leia o texto Como o 25 de Dezembro virou Natal para entender melhor meu ponto.
A fato dos pastores estarem no campo no inverno em nada prejudica a postulação da data. Quem lida com gado, seja bovino ou ovino, sabe que a pastagem acontece o ano todo. A diferença é como você lida com o gado nas diferentes épocas do ano. E eu duvido que as ovelhas eram criadas em sistema de confinamento fechado, pois naquela época não havia o mesmo tipo de suplementação alimentar para confinamento intensivo que existe hoje. É bastante possível e provável que os pastores levariam o rebanho para o pasto, em qualquer época do ano.

Esses foram os nossos 4 mitos de Natal, ou algo assim. Eu sei que posso ter destruído a imagem de Natal que você está montando em seu presépio e peço desculpas por isso. Mas lembre-se que devemos ter uma visão correta dos fatos bíblicos, não uma visão baseada em mitos, pois assim vamos alimentar a cultura popular que nossa fé é baseada em mitos, não em fatos históricos. Entender o que realmente aconteceu é um dos mais importantes passos. Ou você quer que as pessoas achem que você acredita em mitos bíblicos, como por exemplo, que Maria Madalena era uma prostituta? Opa, mais um... mas esse fica pra outro texto.

Posted on Wednesday, December 14, 2011 by Maurilo e Vivian

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Tuesday, December 13, 2011




Então você decidiu se tornar um relativista moral. Bom pra você! O que poderia ser melhor do que fazer aquilo que acharmos melhor? O que seria pior do que deixar alguém nos dizer o que e o que não devemos fazer? Mais ainda, é uma das visões de mundo mais fáceis de se adotar: deixe todo mundo em paz e exija que outros façam o mesmo com você e você jamais terá que se preocupar novamente se os seus atos são corretos ou errados. Na verdade, só existem sete coisas que você não pode fazer como um relativista moral. Simplesmente siga as regras abaixo e você estará livre dos absolutos para sempre!

Regra #1: Relativistas Não Podem Acusar os Outros por Ações Erradas
O relativismo torna impossível criticar o comportamento de outros, porque o relativismo no final das contas nega que exista algo como uma infração, uma ação errada. Em outras palavras, se você acredita que a moralidade é uma questão de definição pessoal, então você jamais poderá julgar as ações de outras pessoas. Relativistas não podem nem se opor moralmente ao racismo. Não obstante, que sentido podemos dar para o julgamento “apartheid é errado” quando dito por alguém que não acredita em certo ou errado? Qual justifica existe ali para a se intrometer? Certamente não os direitos humanos, porque não existe tal coisa como o direito. Relativismo é a definitiva posição pró-escolha porque ela aceita toda escolha pessoal – mesmo que a escolha seja ser racista.

Regra #2: Relativistas Não Podem Reclamar do Problema do Mal
A realidade do problema do mal no mundo é um dos primeiros levantados contra a existência de Deus. O argumento diz que se Deus fosse absolutamente poderoso e bom, então ele iria acabar com o mal. Mas já que o mal existe, um dos três argumentos seguintes deve ser verdade: Deus é muito fraco para se opor ao mal, Deus é muito sinistro para lidar de vez com o mal ou Deus simplesmente não existe. É claro que, ao adotar qualquer um desses argumentos, você está afirmando que acredita no mal, coisa que os relativistas não podem fazer. Na verdade, nada pode ser chamado de mal – nem mesmo o holocausto – porque fazer isso seria afirmar alguem tipo de padrão moral.

Regra #3: Relativistas Não Podem Culpar ou Receber Elogios
O conceito de elogio e culpa é completamente sem sentido dentro do relativismo porque não existe nenhum padrão moral pelo qual julgar se algo deve ser aplaudido ou condenado. Sem absolutos, nada é realmente mal, deplorável, trágico, ou digno de culpa. Nem é também realmente bom, honrável, nobre ou digno de elogios. Fica tudo perdido em uma zona penumbra do nada moral. Aqueles que se dizem relativistas são praticamente sempre inconsistentes aqui (eles tentam evitar a culpa mas estão sempre prontos para aceitar elogios), então seja cuidadoso!

Regra #4: Relativistas Não Podem Dizer que Alguma Coisa é Desonesta ou Injusta
Sob o relativismo, justiça e eqüidade são dois conceitos que não fazem absolutamente nenhum sentido. Primeiro, as palavras em si não possuem sentido; ambas sugerem que as pessoas merecem igual tratamento baseado em um padrão externo daquilo que é certo e, como já disse várias vezes, relativistas não podem acreditar em certo ou errado. Segundo, não existe tal coisa como culpa. Justiça implica punir aqueles que são culpados e culpa depende de responsabilidade, que, como eu já mostrei, não existe.

Regra #5: Relativistas Não Podem Melhorar sua Moralidade
Com o relativismo, a melhora moral é impossível. Claro, relativistas podem mudar sua ética pessoal, mas eles nunca podem se tornar pessoas morais. A reforma moral implica algum tipo de regra objetiva de conduta como um padrão de partida. Mas essa regra é exatamente o que os relativistas negam. Se não existe caminho melhor, não pode haver melhora. Não só isso, mas não existe motivação para a melhora. O relativismo destrói o impulso moral que faz as pessoas se erguerem porque não existe essa medida pela qual se levantar. Por que mudar seu ponto de vista se o atual serve os seus próprios interesses e te parece bom no momento?

Regra #6: Relativistas Não Podem Sustentar uma Discussão Moral Significativa
O relativismo torna impossível discutir moralidade. Do que vão falar? Uma discussão ética envolve comparar os méritos de uma visão com outra para se encontrar qual é a melhor. Mas se a moral é inteiramente relativa e todas as visões são igualmente válidas, então nenhuma forma de pensar é melhor que a outra. Nenhuma posição moral pode ser julgada como adequada ou deficiente, irracional, inaceitável, ou mesmo selvagem. De fato, se as disputas éticas só fazem sentido quando a moral é objetiva, então o relativismo só pode ser vivido consistentemente no silêncio. Você não pode nem dizer: “é errado você impor sua moralidade sobre outros”.

Regra #7: Relativistas Não Podem Promover a Obrigação da Tolerância
Finalmente, não existe tolerância no relativismo, porque a obrigação moral de ser tolerante viola as suas próprias regras. O princípio da tolerância é muitas vezes considerado uma das virtudes chaves do relativismo. A moral é individual, portanto devemos tolerar o ponto de vista de outros não julgando suas atitudes e comportamentos. Mas é óbvio que esse princípio falha pela contradição. Se não existem regras morais, não pode existir uma regra que requer tolerância como um princípio moral. De fato, se não existem absolutos morais, por que ser tolerante no final das contas? Por que não forçar a sua moralidade sobre outras pessoas se isso for para seu próprio interesse e a sua ética pessoal permitir tal coisa? Só tenha certeza que não esteja alardeando isso enquanto o estiver fazendo.

Posted on Tuesday, December 13, 2011 by Maurilo e Vivian

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Monday, December 12, 2011

segundas com termos da teologia hoje agostinho



Assensus:



Termo latino referente ao assentimento intelectual de uma verdade teológica ou à aceitação dessa verdade. Embora o conceito bíblico de fé inclua a idéia de assensus, este não pode ser comparado à fé salvadora. O indivíduo que exercita a fé bíblica assente à verdade de que Jesus é humano e divino; entretanto, o assensus não garante que a fé bíblica esteja presente, pois, como Tiago observa, "os demônios também crêem" (2:19), ou seja, dão assentimento intelectual à existência de Cristo, embora não exercitem a fé salvadora nele.

Fonte: Dicionário de Teologia, edição de bolso. Ed. Vida.

Posted on Monday, December 12, 2011 by Maurilo e Vivian

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Friday, December 09, 2011


Posted on Friday, December 09, 2011 by Maurilo e Vivian

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Thursday, December 08, 2011



Nos meus áureos tempos de Jocum, eu encontrava missionários que se especializavam em evangelizar um tipo específico de pessoa. Eu nunca desenvolvi muito bem isso, meu trabalho por lá era ou com teatro ou como interprete das equipes que vinham de fora. Depois passou para atendimento à saúde. Só quando uma ou outra testemunha de Jeová incauta era encontrada dando sopa por aí que me era dado o privilégio de focar nesse tipo de evangelismo. Mas isso era raro comigo, mas muito comuns entre outros.
Tínhamos especialistas em evangelizar cowboys, prostitutas, moradores de rua, chineses e muitos outros grupos. Eu conheci uma moça que se focava em ministério com judeus. Ela tinha passado um tempo em uma base nos Estados Unidos, acho que em Montana, sei lá e comprou a visão da base de evangelizar judeus. Apesar de achar que parte do foco desse ministério que ela estava propagando tinha um pouco do movimento judaizante da igreja, até um certo ponto eu era simpático à idéia por ser descendente de judeus, apesar de nunca ter praticado o judaísmo (com uma ou outra tradição familiar que vem mais dos marranos do que do judaísmo em si). Como eu sabia que ela gostava de evangelizar judeus, resolvi emprestar um livro que tenho intitulado “Um rabino conversa com Jesus”, de Jacob Neusner. Ela ficou feliz quando pegou o livro emprestado. Infelizmente, essa felicidade se transformou em indignação quando ela me devolveu alguns dias depois.

A minha colega missionária ficou muito brava comigo porque eu emprestei um livro não cristão que defendia o judaísmo em detrimento ao cristianismo. Ela achava que o autor era um tipo de judeu messiânico. Ela nem mesmo terminou de ler o livro.
Eu fiquei surpreso com essa reação e perguntei por que ela não não terminou de ler? Se ela planejava trabalhar com o evangelismo de judeus, achei que esse livro ajudaria muito a entender como um rabino pensa em relação ao cristianismo, ajudaria a entender os argumentos que eles apresentam para não aceitar Jesus Cristo como o Messias prometido. Essa é a premissa desse livro. Um rabino analisa o Sermão da Montanha pelos olhos do judaísmo e mostra quais pontos discorda e o porque. É uma ótima forma de ver a opinião de alguém que está “do outro lado”, por assim dizer.
Mas nem todo mundo achou a idéia interessante. Minha colega disse que ela não lia textos de outras religiões, apenas textos escritos por cristãos sobre outras religiões. Ela jamais leria um texto de um rabino que criticasse o cristianismo porque tinha medo que isso pudesse trazer algum tipo de dúvida sobre a veracidade da nossa fé. Estupefato, eu me desculpei pelo engano e nunca mais voltei no assunto.
Hoje, uns bons anos depois, me peguei lembrando dessa história e como isso nunca fez sentido para mim. Eu sempre li livros de outras religiões. Tenho vários deles em casa. Tenho uma boa biblioteca com os livros da Torre de Vigia, alguns raros e já li todos. Tenho livro de ateus, como Richard Dawkins e Christopher Hitchens. Tenho uma Bíblia católica, o Livro de Mórmon, mais alguns livros dos presidentes da Igreja de Jesus Cristo dos Santos do Últimos dias. Tenho o Alcorão e livros de diversas religiões espalhados pela casa. Eu sempre entendi que, se eu tenho interesse em pregar o evangelho para essas pessoas, eu preciso não somente entender quais são as crenças desses grupos mas também devo entender um pouco mais da forma como eles entendem o mundo e como apresentam os seus argumentos. Mais ainda, eu acredito que devo dar a chance para que a pessoa apresente o seu caso, apresente os seus argumentos. Preferencialmente, sem a sanitarização que acontece quando lemos sobre outras religiões em livros cristãos sobre essas religiões.
Não me entendam mal. Eu amo livros sobre apologética, especialmente esses mais práticos sobre religiões. Tenho duas dúzias deles, pelo menos. Além de vários artigos e textos nos computadores. Aprendi muito sobre essas religiões através desses livros, assim como muito sobre nossa própria fé, mas ainda assim, esses livros apresentam um ambiente estéril e seguro para o cristão aprender. Infelizmente, quando passamos para a conversa no um a um, a coisa é diferente. E por não estarmos expostos realmente aos verdadeiros argumentos apresentado por membros de outros religiões, dificilmente conseguiremos apresentar o cristianismo bíblico como verdade. Eu conheço muita gente que já leu muito sobre as testemunhas de Jeová, mas dificilmente conseguiriam se manter firme em uma conversa se encontrasse com alguma, pois só está acostumada com o ambiente seguro e protegido dos livros cristãos.
Eu sei que essa prática de ler livros e outras religiões não é para todos, mas acredito que pelo menos dar a oportunidade para que outras pessoas apresentem seus argumentos seja para todos, especialmente para aqueles que desejam focar em um grupo específico para evangelizar.
Mas o grande problema nessa questão toda me parece estar relacionado ao quão pouco nós cristãos conhecemos da nossa própria fé. Poucos de nós tem uma bagagem teológica bem fundamentada e robusta que permite que sejamos expostos à outras visões de mundo. Quando a igreja evangélica abandonou o ensino da Bíblia de forma expositiva, quando ela demonizou e desprezou o ensino das doutrinas substituindo-a por uma abordagem focada em sentimentalismo, ela fez com que seu membros passassem a ter medo de serem expostos ao mundo exterior. Até mesmo entre missionários! Quantos deles mesmo na Jocum só participavam de eventos junto a outros cristãos? Alguns passavam semanas sem encontrar um não cristão para conversar. E só o faziam quando estavam em superioridade numérica.
Quando o mundo vê tantos cristãos expondo uma fé sem fundamentos, eles passam a achar que não existe fundamento para a nossa fé. O pior é que muitos de nós cremos nisso.
Como podemos cumprir a grande comissão se ficarmos hermeticamente fechados em nossas comunidades? Como poderemos ser sal da terra e luz do mundo se temos medo de conversar com as outras pessoas? Será que não é momento de voltarmos para um cristianismo que envolva também a mente no processo de adoração?
Uma característica marcante entre as religiões falsas é exatamente essa proibição de se ler publicações que sejam contrárias à fé esposada. As testemunhas de Jeová são famosas por isso. Dificilmente lêem livros de autores que atacam a Torre de Vigia e suas crenças. O perigo é quando nós também agimos assim. Agimos com medo de algo que não devemos ter medo.
É por isso que a teologia, a apologética e o evangelismo precisam ser ensinados na nossa igreja. A teologia nos permite conhecer a nossa fé, conhecer seus fundamentos e suas implicações. A apologética nos permite aprender a defendê-la e compará-la com outras religiões e o evangelismo nos permite apresentar essa fé para o mundo. Esse tríplice fundamento precisa estar disponível para todo cristão em todas as igrejas. Sempre teremos aqueles que irão brilhar nessa área, graças aos dons que o Espírito Santo dá a cada um de nós, mas pelo menos o básico precisa estar disponível para todos.
O cristianismo bíblico não se apresenta hermeticamente fechado dentro de uma comunidade estéril e segura, aguardando que as pessoas caiam de para-quedas em nosso colo. Ele é uma fé racional, histórica, que representa o mundo como ele realmente é, que pode competir no mercado de idéia com a robustez dos grandes teólogos e filósofos que contribuíram com o seu ensino por dois mil anos e tem por fundamento a revelação especial daquele que criou todo o universo.
Do que temos medo?
Enquanto tivermos medo de engajar nossa mente no processo de adoração à Deus e da pregação do evangelho, medo de estarmos prontos para seguir 1 Pedro 3:15, medo do mundo e acharmos que nosso lugar é fechado dentro de uma Tupperware, continuaremos a alimentar no mundo a ilusão de uma fé cega. E milhões caminham para o inferno com essa ilusão.
Não tenha medo. Estude, aprenda, se prepare. Seja um bom embaixador de Cristo, apresentando o cristianismo de forma elegante, amigável e atrativa. Só depende de nós.
Só depende de você.

Posted on Thursday, December 08, 2011 by Maurilo e Vivian

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Wednesday, December 07, 2011


O Site G17 postou uma notícia bizarra, a Justiça da Califórnia, nos EUA (não podia ser de outro lugar mesmo) autorizou um norte americano a oficializar seu casamento com uma boneca inflável, isso mesmo, esse homem vai se casar e assinar um contrato nupcial a favor de uma boneca de borracha.

O que pode soar cômico é na verdade muito preocupante. Psicoses sendo naturalizadas pelo poder Judiciário, bizarrices recebendo cobertura jurídica para se concretizarem? A sensação que eu tenho é de estarem rindo da Criação e do Criador. A idéia original de Deus, a família e os relacionamentos interpessoais sendo distorcidos e pervertidos de todas as formas possíveis. E sutilmente a noção de estrutura familiar vai se tornando obsoleta, sendo esquecida e substituida pelo que os defensores de coisas como essa costumam chamar de tolerância e respeito pela diversidade.

Respeito é diferente de aprovar e racionalmente entender como bom e natural. Creio que o que estamos vendo acontecer no mundo atual, coisas como essa notícia, de um homem chegar ao ponto de se casar com um objeto e isso ser entendido como normal pela justiça, deixa claro o peso do egoísmo pós-moderno em nossa sociedade e da perversão daquilo que é natural e bom. Definitivamente essa não é uma notícia engraçada, é triste, muito triste. Ainda sou daquelas que acreditam no amor entre um homem e uma mulher, visto pelo sábio Salomão como uma das coisas mais misteriosas e belas que existem e acredito no fruto desse amor: a família na sua forma original, como foi idealizada por Deus, como algo poderoso que pode ser a solução pra muitas das mazelas do mundo. Que Deus nos desperte a lutar por sua melhor idéia. Sua Sempre.

"Disse mais o Senhor Deus: não é bom que o homem esteja só, far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea" Gênesis 2:18

"Tomai mulheres e gerai filhos e filhas, e tomai mulheres para vossos filhos, e dai vossas filhas a maridos, para que tenham filhos e filhas; e multiplicai-vos ali, e não vos diminuais." Jeremias 29:6

fonte: http://www.g17.com.br/noticia.php?id=562

Posted on Wednesday, December 07, 2011 by Maurilo e Vivian

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Tuesday, December 06, 2011






Se você é uma pessoa que diz isso sobre o cristianismo, me perdoe por ser cético.
Deus fez milagres através de Moisés e ainda assim o Faraó não acreditou.
Deus fez milagres através de Elias e ainda assim Jezabel não acreditou.
Jesus fez muitos milagres que confirmaram seu poder sobre as doenças, o tempo e mesmo sobre a morte. No final das contas ele ressuscitou dos mortos. E ainda assim alguns que viram esses milagres não acreditaram.
Deus providenciou muitas evidências que Jesus é o Filho de Deus e que voltou da morte. Se você é uma pessoa que ouviu e entendeu a mensagem do evangelho, mas continua exigindo mais evidências na forma de milagres, pergunte a si mesmo se o problema não é outro.
É possível que você simplesmente não quer acreditar? É possível que não importe quanta evidência lhe seja mostrada, não importa quantas vezes Deus se revele pra você, você simplesmente não irá acreditar?
Se esse é o caso, avalie seu próprio coração e descubra por que você não quer acreditar. De onde essa barreira para a crença está vindo? Podemos responder suas perguntas sobre cristianismo, mas enquanto você não lidar com a sua vontade, nossas respostas vão continuar não convincentes.

Posted on Tuesday, December 06, 2011 by Maurilo e Vivian

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Monday, December 05, 2011

segundas com termos da teologia hoje agostinho



Aseidade:



Termo derivado do latim "a se", "por si". Aseidade, como atributo divino, refere-se à existência autônoma e independente de Deus. Em outras palavras, Deus não depende de nada para existir, mas existe eternamente sem nenhuma causa externa ou anterior.

Fonte: Dicionário de Teologia, edição de bolso. Ed. Vida.

Posted on Monday, December 05, 2011 by Maurilo e Vivian

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Sunday, December 04, 2011





  • Deixe que seu motivo predominante seja assegurar sua própria popularidade.
  • Preocupe-se mais em agradar do que converter aos seus ouvintes.
  • Procure assegurar sua reputação como sendo um pregador famoso e diferente dos outros (para que todos o idolatrem e não prestem atenção na mensagem).
  • Fale com um estilo florido, enfeitado e inteiramente fora do alcance da compreensão da maioria das pessoas.
  • Seja superficial nas suas considerações para que seus sermões não contenham verdades suficientes para converter alguém.
  • Deixe a impressão de que se Deus é tão bom com todos, não enviará ninguém para o inferno.
  • Pregue sobre o amor de Deus, mas não fale nada a respeito da santidade do seu amor.
  • Evite dar ênfase na doutrina da completa depravação moral do homem para não vir a ofender o moralista.
C. H. Spurgeon

Posted on Sunday, December 04, 2011 by Maurilo e Vivian

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Saturday, December 03, 2011


Gêmeos idênticos... bem, quase.



Eu conheço o líder de um ministério em particular que gasta todo o seu tempo olhando para aquilo que outros estão fazendo. Se ele encontrar alguém que é bem sucedido fazendo algo novo, ele busca replicar. Não existe nenhuma celebração pelo sucesso dos outros e de jeito nenhum ele vai apontar sua audiência para o ministério de outro. Ele só pensa em como ele pode reproduzir as idéias de “seu rival” na tentativa de ganhar uma porção do seu sucesso.
“Essa pessoa tem um blog. Eu preciso de um blog.”
“Essa pessoa não usa mais paletó e gravata. Eu não vou mais usar paletó e gravata.”
“Essa pessoa escreve livros. Eu preciso escrever um livro.”
“Essa pessoa tem doutorado. Eu preciso conseguir um. ”
“Essa pessoa tem uma tatuagem. Eu preciso de uma tatuagem.”
“Essa pessoa falou sobre sexo em seu sermão. Eu acho que preciso falar sobre esse assunto também.”
“Essa pessoa usa o Twitter e faz podcast. Eu não sei que essas coisas são, mas eu acho que preciso twittar e criar um podcast também.”
Simplificando, existem pessoas que nasceram, foram criadas e possuem o talento para ficar na onda das coisas novas, sempre encontrando um novo filão e juntando audiência ao seu redor pelo caminho. Mas a maioria de nós não é assim. A maioria de nós vai apenas tocar a bola enquanto tentamos acertar o passe recebido de outros.
Chuck Swindoll uma vez me disse para eu ser eu mesmo. “Não perca seu tempo tentando ser uma pessoa que você não é. Eu fiz isso durante anos e me arrependo. Eu precisei de muito tempo para parar de imitar os outros e permitir que o Senhor trabalhasse através de mim, da maneira que Ele me criou.”
(Ironicamente, eu desperdicei muito tempo tentando ser como Chuck Swindoll!)
Eu acho que muitos de nós desperdiçamos muito do nosso tempo tentando ser uma pessoa que não somos. Tentamos imitar o sucesso de outros. Nosso olhos ficam continuamente naquilo que outros estão fazendo, não naquilo que Deus tem para nós. É mais fácil fazer isso. É mais fácil de justificar. É mais fácil ficar com inveja, mesmo no ministério, ou especialmente no ministério.
Algumas vezes olhamos para outras igrejas. A inveja cresce dentro de nós enquanto vemos o “sucesso”. Nesse ponto, via de regra seguimos dois caminhos, ambos errados. Ou nós tentamos fazer exatamente aquilo que eles estão fazendo e imitamos o seu sucesso, ou desperdiçamos nosso tempo criticando os seus métodos. Raramente nós celebramos com eles. Raramente os felicitamos. Raramente nos contentamos com onde Deus nos coloca.
Por que fazemos isso? Por que não podemos apenas ser nós mesmos?
Você jamais estará em um lugar melhor do que naquele onde você gasta seu tempo sendo você mesmo. Claro, existem muitas coisas que você pode fazer para melhorar e tornar seu ministério mais eficiente. Mas quando a sua efetividade é determinada pela comparação com outros, você está fora do jogo. Quando sua imitação dos outros é forçada e antinatural, você está negando a maneira única que Deus te criou. Deus quer usa você, não você como um clone de outra pessoa.
Lembre-se, o corpo de Cristo é feito de muitas partes. O olho não é a orelha. A mão não é o pé. E você não é outra pessoa. Acredite ou não, isso é intencional.

Posted on Saturday, December 03, 2011 by Maurilo e Vivian

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